9 de abril de 2015

Invisível




Era uma tristeza invisível, mas palpável
queria que ela sumisse,
mas não podia. 
ninguém tem esse poder
de não se sentir
Invisível?

No silêncio das palavras já ditas, pensamentos.
A coerência própria de achar saber as respostas. 
O desrespeito marcado repetidas vezes
em descuidos e desculpas erradas,
no momento certo
para destruir a alma.
Ela volta assim.

Abriu de novo.
Sabe aquela cicatriz que estava aqui?
Ela abriu. 
Foi só um esbarrãozinho,
que quase ninguém viu.

Invisível. 
Não se espera nada do invisível.
Nada se sabe,
nada se vê
Apenas doía
da minha alma,
quem quer saber
além de mim? 

não tive escolha
 deixei doer
Até esquecer
a marca,
o esbarrão.
e você.


Me perguntam
E a vontade de se curar, moça? 
era de que?
De se sentir invisível doutor.
A alma da gente, ninguém quer ver.



Si Caetano
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